05 dezembro, 2011

Postado por Renata Delmondes

Todo fim/começo de mês é assim, a gente faz as contas, paga o que ficou devendo durante o mês e com a raspinha do tacho que sobra do salário fica se perguntando se guarda na poupança ou gasta com futilidades desnecessariamente necessárias. Bem no meu caso - pelo menos esse mês - fiquei com a segunda opção.
E começa assim, você sai toda cheia de planos, com algumas idéias em mente. E acaba voltando pra casa com coisas totalmente diferentes do que havia planejado, é ou não é?
Então hoje, após verificar todas as pessoas da minha lista de pagamentos - é isso mesmo, LISTA, a gente tem que ser pelo menos organizada com as contas não é? - peguei o restante do que sobrou e fui dar umas voltinhas na cidade onde trabalho; ver se conseguia comprar algo descente com o que eu tinha. Entrei em algumas lojas e não achei nada que coubesse em mim, puro preconceito dessas lojas que só vendem tamanhos P e M. Até parece que não existe quem vista número 44 no mundo! #prontofalei
Também não posso dizer que não achei  uma loja que vendesse algo maior; eu achei sim uma loja que vendia tamanhos maiores, mas o provador era tão pequeno e apertado que eu não aguentei, sem falar que não tinha iluminação ou ventilação e o espelho era muito pequeno. Então já viu, nem levei peça alguma porque fiquei tão suada que não quis experimentar mais nada. Eu não gosto de sauna, principalmente com o calor que está fazendo por aqui.
Mas como eu queria muito comprar algo, dei uma esticadinha até a cidade mais próxima e entrei numa loja que vende roupas legais por um preço até bacana, porém  essa loja tem um defeito: eles não deixam experimentar as peças. Então ou você dá uma de louca e experimenta ali mesmo no meio da loja, ou leva pra casa e se não couber ou cair bem tem que voltar e isso quer dizer fazer uma pequena viagem de 50 KM.
Eu acho um tremendo desrespeito para com o consumidor o fato de ter que se expor ao ridículo para poder levar uma roupa sem nenhuma garantia que ela venha a lhe cair bem. E digo isso porque me sujeitei a experimentar um vestido, por cima da roupa e agora, após chegar em casa simplesmente percebi que o vestido ficou super curto em mim.
Eu até compreendo, pois a vendedora - super simpática, por sinal - me explicou que eles não colocam provadores por causa dos furtos, isso é um prejuízo para a loja.
Não sei se é um direito do consumidor poder experimentar as roupas na loja, mas como tenho meu direito de troca garantido por lei vou ter que voltar a loja para trocar o danado do vestido.
Mas sinto pela loja, porque eu sou uma das consumidoras que não gosta de levar uma roupa sem saber como ela fica. Uma pena, mas fazer o que? É se contentar com o que dá. E ficar feliz pelas outras peças que serviram.

E vocês o que acham? Já ficaram chateadas por ter comprado algo sem experimentar na loja e depois se arrependeram amargamente?
Agora eu só espero que eles não me deem trabalho para trocar o vestido. Porque a lei é clara, mas tem loja que gosta de complicar a vida da gente né?
Postado por Renata Delmondes On 14:32 Seja o primeiro a comentar

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